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O primeiro passo para obtenção do PVC se deu com a descoberta do MVC (Monocloreto de Vinila), no ano de 1835, por Justus von Liebig. Essa descoberta se fez por meio da reação do Dicloroetileno com Hidróxido de Potássio em solução alcoólica...

O primeiro passo para obtenção do PVC se deu com a descoberta do MVC (Monocloreto de Vinila), no ano de 1835, por Justus von Liebig. Essa descoberta se fez por meio da reação do Dicloroetileno com Hidróxido de Potássio em solução alcoólica.
Em 1860, foi registrado o primeiro relato da polimerização autêntica de um haleto de vinila que foi feito por August W. Hoffman. O químico notou a mudança do brometo de vinila para uma massa esbranquiçada sem mudança composicional.

A partir desse momento, ocorreram novas descobertas e incrementos de processos, que levaram à origem do Policloreto de Vinila. Isso aconteceu em 1872, quando E. Baumann detalhou a mudança do MVC introduzida pela luz para um produto sólido branco, que no início imaginou ser um isômero do monômero. As propriedades dessa substância, descrita pelo químico, coincidem com as propriedades apresentadas pelo PVC. E assim, foi feito o primeiro registro da polimerização do MVC e obtenção do PVC.
Fritz Klatte descobriu, em 1912, o procedimento básico para a produção comercial do PVC. Klatte descobriu os meios para a produção do MVC por intermédio da chamada rota do acetileno, pela reação desse gás com cloreto de hidrogênio. Em 1915, Klatte descobriu a polimerização do MVC via radicais livres, por meio de indicadores tipo peróxidos orgânicos.


Em 1926, o pesquisador da B. F. Goodrich W. Semon, descobriu que misturando o PVC com tricresil fosfato ou dibutil ftalato - hoje conhecidos como plastificantes -, era possível processá-los e torná-los altamente flexível, com aspecto borrachoso inventando o primeiro elastômero termoplástico. Isso foi de extrema importância para o recobrimento de fios e cabos elétricos, durante a crise da borracha ocorrida ao longo da segunda Guerra Mundial, com aplicação neste segmento até os dias de hoje.
Na década de 20, nos Estados Unidos, ocorreu a primeira produção comercial do PVC e, posteriormente, países Europeus, como Alemanha e Inglaterra, também passaram a industrializar esse material. A produção comercial no Brasil data dos anos 50.
Atualmente, o PVC é o segundo termoplástico mais consumido em todo o mundo. Os Estados Unidos e a Europa Ocidental são os maiores consumidores de resina de PVC no mundo, e o Brasil é o responsável pelo consumo de cerca de 2,5% da demanda mundial.

A ORIGEM DA PRODUÇÃO MODULAR


O forro de PVC é fabricado a partir do processo de extrusão. A extrusora é a máquina mais importante para produção do forro, pois ela transforma a matéria-prima e permite passar o pó do composto de PVC ao produto acabado.
A extrusão pode ser descrita como o processo de moldar um material continuado, forçando-o a passar através de uma matriz que possui a forma aproximada do produto. A extrusão data de 1870, quando o nitrato de celulose foi extrudado em forma de barra empregando-se para a extruão um pistão hidráulico.
As extrusoras de rosca foram utilizadas pela primeira vez para extrudar termoplástico nos meados de 1930. As primeiras máquinas foram adaptadas das que eram utilizadas pela indústria da borracha. Através do processo de extrusão podemos fabricar forros, perfis, tubos, mangueiras, chapas, filmes, recobrir carros, ou ainda artigos ocos, utilizando o método de sopro que é uma variação fundamental da moldagem por injeção e extrusão.

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